Desde Fevereiro de 2009, quando a Google anunciou o seu sistema operacional para dispositivos móveis, que a HTC passou a ser referência em smartphones Android: o primeiro aparelho, chamado T-Mobile G1, foi desenvolvido pela fabricante taiwanesa (embora a primeira escolha do Google tenha sido a LG que, na época, negou o acordo apostando suas fichas no Windows Mobile); o primeiro smartphone da série Nexus foi projetado pela HTC; e alguns dos aparelhos mais cobiçados levavam a sua marca.
A HTC viu um rápido crescimento e domínio do mercado até Março do ano seguinte, quando a Samsung trouxe ao mundo o Samsung Galaxy S. Depois disso, HTC e Samsung parecem ter galgado os passos da Motorola e Nokia: a pioneira estagnou apresentando “novas versões dos mesmos aparelhos” enquanto a segunda inovou e em dois anos garantiu seu lugar como a principal fabricante de smartphones. A HTC iniciou um processo de declínio que culminou em prejuízo na apuração de contábil trimestral (após anos de excelentes resultados).
No final de 2011 a HTC resolveu diminuir o seu portifólio (com mais de 20 aparelhos), além de otimizar e simplificar sua interface HTC Sense. Com isso nasceu a série “One” – anunciada em Fevereiro de 2012 durante a Mobile World Congress em Barcelona, com apenas três aparelhos: HTC One V, HTC One S e o “top de linha” HTC One X. Mas será que ele é mesmo “único” como o seu nome?
Este review foi realizado em um HTC One X (ROM francesa), utilizando a rede da operadora Vivo.
Ontem enquanto passeava por um shopping da grade Florianópolis eu resolvi entrar em uma loja da Vivo para ver as novidades. Para a minha surpresa lá estava o HTC Ultimate (Titan) lançado há menos de uma semana (e também surpresa dos vendedores que nem sabiam da existência do aparelho em estoque e tão pouco haviam recebido treinamento).
No último dia 20 de Outubro as fabricante taiwanesa de smartphones HTC, a Microsoft e a operadora Vivo realizaram um evento no MuBe – Museu Brasileiro da Escultura, para anunciar a chegada de um novo smartphone no mercado nacional: o HTC Ultimate – trata-se na verdade do HTC Titan, aparelho com o sistema operacional Windows Phone anunciado na Europa em Agosto que está sendo lançado mundialmente ao longo do mês de Outubro: “O objetivo da HTC é oferecer ao mercado smartphones inovadores, icônicos e com alta tecnologia. O compromisso da HTC com o Brasil e com o consumidor local fica evidente com o lançamento do HTC Ultimate no mercado nacional à frente dos demais países”, afirma Lee Ittner, vice-presidente da HTC América Latina.
Na última semana a Asus anunciou a chegada oficial ao Brasil do Asus Eee Pad Transformer – um dos tablets Android mais procurados no exterior. Seu principal diferencial está em sua dock com teclado (bateria extra, duas portas USB, leitor de cartões SD e touchpad) que transforma o tablet em uma espécie de netbook Android.
Mas se você é um “geek” ansioso (assim como eu) e não conseguiu esperar pelo lançamento do aparelho em território nacional, adquirindo-o no exterior, já deve ter sentido alguma dificuldade no uso do teclado em função do seu layout / mapeamento das teclas.
Já faz algum tempo que publiquei meu último post aqui. De lá para cá tenho me concentrando em projetos da minha empresa e outros relacionados a dispositivos móveis que espero poder divulgar em breve.
Recentemente algumas várias pessoas pediram minha ajuda para escolher aparelhos Android e por isso resolvi atualizar o Guia de Smartphones Android no Brasil que eu havia publicado em novembro de 2010 e trazia uma lista dos smartphones homologados e anunciados para o Brasil (novamente: nem todos ainda estão disponíveis no mercado). Interessados podem baixar o novo arquivo (no formato PDF) clicando neste link.
Após ter publicado um post sobre sistemas operacionais e outro de dicas para escolher seu smartphone Android, resolvi criar um Guia de Smartphones Android que lista os aparelhos Android homologados e anunciados para o Brasil (por isso nem todos ainda estão disponíveis no mercado). Interessados podem baixar o arquivo (no formato PDF) clicando neste link.
Pelo que parece despertei sem querer a curiosidade de algumas pessoas após os posts falando sobre sistemas operacionais e o outro com dicas de como escolher um smartphone. Tanto por e-mail, comentários no blog ou conversas (em eventos, telefone ou mesmo com amigos), uma pergunta tem sido constante para mim: “qual Android você escolheu?”
Se você é um harduser de smartphones ou tem dificuldades de escolher um aparelho pois se pega pensando: “por que o smartphone que eu quero não tem isso? E aquilo?”, então aqui está uma boa notícia: a Synapse-Phones é uma empresa alemã que promete atender os usuários mais exigentes criando celulares Android personalizados.
A partir de um “chassi padrão”, você pode incorporar novas funcionalidades e chegar em um aparelho “ao seu gosto”. Ah, e o chassi padrão (modelo mais básico) que eles oferecem não é nada modesto: possui um processador de 1Ghz (não divulgado o modelo); tela de 4” SLCD (supostamente Sony) touchscreen capacitiva com resolução WVGA; três microfones (um convencional, outro para a câmera e um terceiro para cancelamento de ruído); sensores de proximidade, luminosidade e acelerômetro; bússola digital, GPS; botão dedicado para a câmera; slot microSD; corpo de alumínio e Android 2.2 (Froyo) embarcado.
Nada mal certo?
Além disso são opcionais: tipo de rede (3G HSDPA com 14,4Mbps; 4G LTE e HSPA+ ou 4G WiMAX); WiFi (padrões B/G ou B/G/N); câmera digital (5mpx, 8mpx e 12mpx); flash (sem, com flash LED ou flash Xenon); câmera frontal para vídeo conferência de 2mpx; saídas de áudio 3,5mm; Rádio FM; saída HDMI; TV Digital (nos padrões Europeu/Asiático/Africano ou Estados Unidos/Canadá); Memória Interna (4GB, 8GB, 16GB ou 32 GB); memória RAM (256MB, 512MB ou 1.024MB); cartão microSD (4GB, 8GB, 16GB, 32GB); bateria (1.200 mAh ou 1.500 mAh); botões capacitivos ou resistivos e cores preta ou branca.
A brincadeira começa nos EUR 299, mas pode chegar aos EUR 683,89 (preços que incluem os impostos locais – VAT, mas que desconsidera os impostos de importação e ICMS para o Brasil).
Infelizmente a empresa só atende a América do Norte e Europa e os pedidos de pré-venda estão suspensos por enquanto devido ao grande volume de solicitações. Segundo o site, a entrega dos aparelhos será iniciada na metade do primeiro trimestre de 2011.
Então você (assim como eu) decidiu por migrar para o sistema operacional Android, foi à loja da operadora, pegou uma senha, esperou para ser atendido e quando pediu por um smartphone Android para o atendente, foi apresentado a uma dúzia de diferentes aparelhos. E agora: qual aparelho comprar?
Com a diversidade de opções, escolher um smartphone Android é como procurar por uma TV nova: cada marca e modelo possui características distintas e próprias que se distinguem de seus concorrentes. Logicamente o fator “preço” está diretamente associado com a “qualidade final percebida” do aparelho – em geral, aparelhos mais caros são melhores que os mais baratos. Mas nem sempre é necessário gastar uma quantia exacerbada adquirindo o modelo mais completo: muitas vezes um modelo mais simples (e barato) pode vir a atender todas as suas necessidades.
Mas então, voltamos à pergunta: “qual modelo devo escolher?”
Como sempre menciono em meus posts, não seria coerente de minha parte apontar um smartphone (já que as necessidades e disponibilidade financeira se altera de pessoa para pessoa). No lugar disso, levanto questões sobre as principais características que considero relevantes na hora da compra – que podem ser estendidas a qualquer plataforma e sistema operacional.
É interessante notar como os smartphones estão se tornando parte fundamental do dia-a-dia de milhares de pessoas. No meu caso, por exemplo, o smartphone é uma ferramenta fundamental: ele me permite consultar e-mails quando estou em trânsito; me comunicar com a equipe de desenvolvimento da minha empresa através de Instant Messenger; fazer consultas a informações na internet de qualquer lugar; encontrar endereços/rotas de clientes, restaurantes e hotéis; ler e enviar documentos; armazenar arquivos como um pendrive; além de me distrair com games, vídeos e músicas durante as viagens ou esperas nos aeroportos.
E ainda que o mercado nos empurre um verdadeiro “tsunami” de aplicativos e acessórios, parece ainda haver uma grande “lacuna em branco” no uso do smartphone como ferramenta corporativa: como imprimir um arquivo a partir do celular?